Dicas de comportamento: Reunião de Pais na escola

1ª Não tenha pressa. Não existe nada mais desagradável para um professor ouvir dos pais que está com pressa e só veio assinar o boletim rapidinho. Caso você esteja sem tempo, nem vá!

2ª Saiba a série e o nome dos professores. Evitará de você  bater em várias portas até encontrar a sala de aula certa. Sem contar o incômodo!

Evite fazer comentários dos colegas de seu filho. Como você não conhece todos os pais presentes, pode correr o risco de um deles estar ao seu lado. Evitará constrangimentos desnecessários.

4ª Em dia de reunião o filho fica em casa! Não é bom o filho estar ouvindo as conversas. Nas reuniões são tratados assuntos que não dizem respeito ao aluno, somente aos responsáveis.

5ª Evite usar a frase: “Não sei mais o que fazer, ele não me ouve”. Essa frase passa a conotação de quem manda na casa, ou seja, o filho. Lembre-se: Você deveria ser a autoridade.

Ouça o professor com atenção. Saiba qual sua formação e tempo de serviço na Educação e na escola.

Se tiver que conversar de maneira mais individual, agende uma reunião. Existem assuntos que não podem e não devem ser expostos.

8ª Acompanhe as avaliações, atividades e registros do seu filho. O professor sabe exatamente quais são os pais presentes na vida de seus alunos, portanto, não queira se passar por algo que não é.

9ª Valorize as atividades expostas na sala. Olhe, encontre a do seu filho. Em casa, comente que você viu. As crianças apreciam  que suas produções sejam admiradas e elogiadas.

10ª Se o professor solicitar que seu filho deve ser encaminhado para psicólogo, neurologista, oftalmologista, fonoaudiólogo pode ter certeza que algo precisa ser investigado. O professor estudou e sabe exatamente o que está falando. Quanto mais rápida for a busca das soluções, menos sofrimento seu filho terá.

Senhores responsáveis, os professores não são seus inimigos. Eles querem o bem de seus filhos, tanto quanto vocês mesmos! Invista o seu tempo nessa parceria ESCOLA X FAMÍLIA. Seu filho agradece!!!!
                    
             Elaborado por: Leila Bambino
                 (Professora e Psicopedagoga -Clínica)

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