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10 passos para o professor não pegar no seu pé!



1.   Esteja atento as explicações do professor, ouvindo-as até o final.

2.   Quando tiver dúvidas, levante o dedo e aguarde ser chamado.

3.   Evite conversas paralelas quando o professor estiver falando.

4.   Mantenha seus cadernos em ordem e com letra legível.

5.   Não faça brincadeiras sem graça no meio de uma aula explicativa.

6.   Procure estar com seu material escolar em dia, trazendo para a escola tudo que for necessário para aula.

7.   Evite mexer em objetos como: celular, figurinhas, bilhetinhos e brinquedos durante o horário de aula.

8.   Mantenha uma relação de confiança e respeito com seu professor, afinal, vocês ficarão juntos durante todo o ano letivo.

9.   Fale baixo, gritos e berros não são aceitáveis dentro de uma sala de aula. Isto vale para professor e aluno.

10.  Pesquise sobre os assuntos dados em sala, estude todos os dias um pouco e não deixe acumular assuntos. Com toda certeza, você terá um professor comprometido e que não pegará no seu pé.

 

                        Leila Bambino

Educadora Especial e Psicopedagoga Clínica)

                 leilabam@terra.com.br
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17 dicas para tirar 10

 
O preparo e a realização de testes, provas e exames são momentos importantes na vida do estudante. Alguns dizem que é pela eficiência no trabalho que se mede a aprendizagem. O fato porém é que as provas existem e têm de ser encaradas. O ideal, claro, é estudar para aprender e não só para as "tomadas fotográficas" (notas). Mas saber tirar um dezinho de vez em quando não faz mal a ninguém. Siga estas dicas do Professor Deovanir Vidoto e de outros educadores (exceto a última), e isso acontecerá mais facilmente com você:

1 Cultive o desejo de ir bem, o gosto pelas boas notas e o pensamento positivo. "Uns gramas de boa disposição no exame valem mais que muitos quilos de estudo trabalhoso feito com antecipação".

2 Se possível, obtenha a informação antecipada do tipo de prova, se objetiva ou subjetiva. Ao estudar, imagine se aquele ponto pode cair na prova e como será a pergunta.

3 Substitua a preocupação e o medo pela autoconfiança. Se você conhece o tipo de prova e fez bom preparo, não há razão para temê-la.

4 Tente compreender o significado das questões e dar repostas coerentes.

5 Antes da prova, se houver tempo, ajude os colegas. A melhor maneira de aprender uma matéria é ensiná-la a outros.

6 Na hora "h", sente-se com a coluna ereta, respire fundo e relaxe completamente. Quando as questões forem entregues, seu conhecimento será despertado.

7 Antes ou na hora da prova, se o professor perguntar se alguém tem dúvida, não fique com vergonha de perguntar e pedir explicações.

8 Se estiver um pouco nervoso, aceite isso como natural. Esse pequeno estímulo faz com que agente fique mais atento.

9 Não use recursos proibidos na prova. A própria tensão gerada pelo "colar" pode provocar esquecimento. Quem cola, geralmente sai da escola despreparado para o exercício profissional.

10 Faça suas anotações e também as respostas da prova com letra bem legível. Isso ajuda você e não tira o humor do professor

11 Quando receber uma prova objetiva, examine os tipos de questões e quantas são. Leia todas as instruções e verifique o valor atribuído a cada uma.

12 Responda primeiro as questões mais fáceis. Se a prova for longa, trabalhe depressa, mas com . atenção.

13 Administre o tempo de modo a responder todas as questões.

14 Numa prova dissertiva, organize suas respostas, decida que pontos pode mencionar e faça um esquema organizando-o como um roteiro para escrever a resposta.

15 Revise a prova antes de entregá-la, para evitar questões sem respostas ou algum equívoco.

16 Na hora da prova, não fique pensando que vai levar bomba. Isso dificilmente acontece duas vezes seguidas.

17 Saiba que um boletim inteiro no vermelho pode ser sinal de que algo não vai bem na sua vida, ou em casa. Busque ajuda.


Fonte Jornal da Umadblu
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Curso


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Dica de leitura


Livro: Mundo Singular - Entenda o Autismo

Autores: Ana Beatriz Barbosa Silva

              Mayra Bonifácio Gaiato

              Leandro Thadeu Reveles

Nestas férias estou colocando as minhas leituras em dia. Uma boa dica é o livro acima. Ele fala do autismo com uma linguagem bastante clara e acessível.  Destaco aqui dois trechos, para aguçar sua curiosidade e fazer com que você leia o livro também:

1° trecho:

“Entrar num consultório e ouvir a palavra autismo, ainda que o médico tenha citado apenas uma das hipóteses, não é nada fácil. O autismo ainda é um transtorno estigmatizante e que carrega consigo muitos preconceitos. (...) Percebemos que alguns pais não conseguem aceitar o diagnóstico de seus filhos e fazem dispendiosas peregrinações (...) passam de médico em médico em busca de outras opiniões ou diagnósticos. Isso, além de acarretar um desgaste maior na família, traz um atraso considerável no tratamento efetivo da criança. Aqui deixamos claro que segundas opiniões são sempre bem-vindas, mas quando o ideal da família deixa de ser o tratamento e passa a ser uma busca por alguém que fale o que ela quer ouvir, isso se torna um grande problema”. (pág. 198-199)

2° trecho:

“ (...) em uma sociedade preconceituosa como a nossa, quando uma pessoa nasce com algum problema grave, ou com algum comportamento que fuja à “normalidade”, tanto ela quanto a família deixam de sonhar, e todos os esforços passam a ser feitos no sentido de trazê-la para a “normalidade” e não de criar oportunidades, recursos e tratamentos para suas dificuldades”.( pág. 246)

 Destaquei estes dois trechos, pois é o que mais acontece quando trabalhamos com Crianças Portadoras de Necessidades Educativas Especiais. Umas verdadeiras romarias em médicos, especialistas e por aí vai para “curar” a pessoa. O sonho de toda família: Concertar o que veio com um suposto “defeito”, e isto atrasa ainda mais o desenvolvimento daquele indivíduo.  
 
  Um abraço e boa leitura
                                                       Leila Bambino

 
 

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Epilepsia

                             
 
Você sabe o que é isso?

Dentro do nosso cérebro existe uma família enorme de moradores: os neurônios. Em toda família existem problemas não é mesmo? Com a família dos neurônios não é diferente. Eles brigam, ficam irritados, discutem, adoecem e quando isso acontece existe um grande desequilíbrio, tudo fica desorganizado. Esta “bagunça” em nosso cérebro causa a epilepsia.

A epilepsia vem acompanhada de convulsão, que poderá causar
  •     Esquecimento súbito;
  •     Desmaios;
  •     Distúrbios do movimento;
  •     Distúrbios de sensações (incluindo visão, audição e paladar);
  •     Distúrbios de humor (como depressão e ansiedade);
  •     Distúrbios de função cognitiva.
 
 
Quando assistimos  uma convulsão a tendência é ficarmos apavorados, pois nos deparamos com alguém se debatendo, tendo contrações nos músculos, que ficam todos duros. Os olhos viram de um lado para o outro, a pessoa não atende aos nossos chamados, começa a sair uma quantidade de saliva em forma de “espuma” da boca.

O que fazer nesses casos?
 

1°) Por incrível que pareça: mantenha a calma;

2°) Não tente segurar, deixe que se debata. Apenas afaste qualquer objeto que possa machucá-la;

3°) Acomode-a de lado logo após a cessação de movimentos, protegendo principalmente a cabeça, apoiando em algo macio;

4°) Não coloque a mão dentro da boca da pessoa, existe um mito de que quando alguém está convulsionando vai engolir a língua, pura bobagem...

5°) Não ofereça nada para beber.

Quando a crise passar ofereça apoio, não olhe desconfiado, achando que a pessoa teve algo sobrenatural e incomum. Saiba que 50 milhões de pessoas tem epilepsia!

A Epilepsia não é contagiosa, pode acontecer com qualquer pessoa e não é motivo de vergonha ou de pouca inteligência. Saiba agir de maneira correta e tudo acaba bem.
 
                               Texto elaborado por Leila Bambino
                                         leilabam@terra.com.br
 

 


 
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